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Capivara

Solo-dança concebido e interpretado por Lina do Carmo
Música: Paulo C. Chagas
Fotos: Gert Weigelt

Capivara

Photo: Gert Weigelt

O Parque Nacional Serra da Capivara, uma áerea seca e deslocada do Nordeste Brasileiro, foram encontradas as pistas mais antigas de civilizações, quase 50 mil anos, do Continente Americano. Uma vez fundo de um mar pré-histórico, hoje comtemplamos a diversidade das pinturas rupestres.

Os motivos míticos das pinturas, a magia da arquitetura natural das estranhas formações rochosas e as memórias de sua própria infância nordestina animaram Lina do Carmo para um resgate coreográfico. Impregnado do silêncio dessa natureza contemplativa e da vitalidade sulamericana que pulsa na vida cotidiana, Lina do Carmo criou uma dança simbólica, que segue as origens da humanidade.

CAPIVARA é um solo de dança onde os gestos das figuras arquetípicas que Lina do Carmo incorpora, propõem uma ponte entre as pinturas pré-historicas da Serra da Capivara e o Brasil de hoje. Uma dança que transcende o tempo e aponta para uma pista da origem da dança.

A música original de CAPIVARA foi composta pelo brasileiro, nascido em Salvador-Bahia e residente, nesta época em Colônia, Paulo C. Chagas. Ele estudou composicão na Universidade de São Paulo, no Conservatoire Royal de Musique de Liège, na Bélgica e na Musikhochschule em Colônia, na Alemanha. Fez diversas composições para ballet, ópera, teatro, multimídia, orquestras e corais. Uma parte importante do seu trabalho dedica-se a música eletrônica e computadorizada. Convidado para importantes Festivais Internacionais, apresentou sua música na Europa, nos USA e America Latina.

Imprensa:

»Capivara: a pedra bruta de outrora. É um espetáculo que transcende a dança e namora a poesia. Um momento de beleza e equilíbrio. No sentido do passado, executa uma varredura no inconsciente. E se lança no futuro, pois está alicerçada na melhor capacidade de síntese que uma artista poderia alcançar. Imperdível.«
(Meio-Norte, Brasil / Durvalino Filho)

»A coreografia de Do Carmo, por um lado abstrata, por outro lado impressionista, cria diálogo com o univrerso arcaico. O resultado não é de forma alguma um romantico étnico, mas uma arqueologia de expressão, e também uma extensão do seu próprio vocabulário; ela combina teatralidade e elementos da dança, tão coesos.« (Ballett Tanz International / Josef Schloßmacher)

»A dançarina brasileira encanta o público de Colônia. No cenário são projetadas imagens dos tempos primodiais, e iluminam o prolongamento eterno do ritual do movimento. A sexualidade e o sagrado da idade da pedra se revelam.« (Express, Colônia, Alemanha)

»O corpo serve como um instrumento estridente. O que parece ser mais importante e necessário não é como o corpo se move, mas o que o faz mover. Semelhante aos grandes artistas do butoh japonês, o nu não se adecua ao voyerismo de um peep-show – obscenidade torna-se então uma postura e não um ato reprovável. Um início marcante para o festival de Tübingen.« (Schwäbisches Tagblatt, Alemanha)

»Notável e impressionante é a imensa palheta expressiva de Do Carmo: ás vezes ela age com uma múmia ancestral que acaba d edespertar para vida, às veze vital como uma garota, e novamente pouco hábil como uma máquina ou poderosa como Hercules.« (Westfälische Rundschau, Alemanha)

»Uma imagem em movimento é este corpo super treinado que nos surpreende ao longo de uma hora desapercebida com sua intensidade incansável.« (Frankenpost, Alemanha)

»…Ela parece em busca de algo do tempo do antes, da ancestralidade. O desejo de tornar a Serra da Capivara o seu tema já indica uma busca de brasilidade. Há um tratamento sofisticado de texturas em sua Capivara. A sua dança parece despregar-se da pedra.« (O Estado, São Paulo, Brasil / Helena Katz)

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Capivara - Lina do Carmo

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